Revista Contra-Relógio
// Desafio //

Uma grande festa por 42 km

Edição 274 - JULHO 2016 - ANDRÉ SAVAZONI

Assim foi o encerramento do Desafio Olympikus-CR na Maratona do Rio de Janeiro, disputada no dia 29 de maio, em um colorido mais do que especial.

Foram meses de preparação e de expectativa. Os assinantes divulgaram os treinamentos e compartilharam as experiências, principalmente pelas redes sociais. Assim, uma grande festa marcou o encerramento do Desafio Olympikus-CR 42 km na Maratona do Rio, disputada no dia 29 de maio. O céu azul dificultou um pouco para os maratonistas pelo aumento da temperatura (leia a cobertura nesta edição), mas por outro lado deixou o visual ainda mais colorido e bonito para o final do projeto.
Corredores bateram recordes pessoais, outros viveram a experiência de concluir mais 42 km e muitos, pela primeira vez, completaram uma maratona. Silvio Henrique Segretti, por exemplo, buscou por segundos a conclusão do Desafio para, então, festejar demais.
"É com muita emoção e alívio que obtive o meu índice para o Desafio Olympikus-CR 42 km na Maratona do Rio. Mais alguns segundos e não teria conseguido, pois a marca para a minha faixa etária era de 4h15 e completei em 4:14:42. Achei que teria uma performance mais tranquila, afinal nas duas maratonas do Rio que participei meus tempos foram 3h58 em 2014 e 4h03 em 2015. Talvez a alta temperatura deste ano tenha colaborado para este tempo maior. Achei até que não conseguiria, mas a superação e vontade de cumprir o Desafio foi tanta que, mesmo com cãibra, completei faltando alguns segundos para o índice da minha faixa etária", conta Segretti. "Quero agradecer à Contra-Relógio e à Olympikus pela iniciativa de fazer com que nós, maratonistas, tenhamos orgulho e cada vez mais vontade de nos superarmos neste esporte que tanto amamos. Que venham mais maratonas e mais desafios como este."
Quem viveu uma experiência única foi Ícaro Cezar, de Fortaleza, que cruzou a linha de chegada com a mãe, corredora de 72 anos, e o filho, além da irmã e do sobrinho. "Passados sete meses da Maratona de Berlim, o objetivo agora era superar a do Rio, corrida que nada tem em comum com a prova alemã. O clima ameno e a altimetria plana do percurso europeu nem de longe lembram a temperatura e as pequenas ladeiras da corrida carioca, mas outros atrativos não menos importantes serviram de motivação, sendo o principal deles um tanto quanto egoísta: tentar corrigir a falha de não ter atravessado a linha de chegada da Maratona de São Francisco com minha mãe, Marta Lopes, fato que me atormenta desde julho de 2015. Não poderia faltar com aquela que sempre me inspirou e que aos 72 anos ainda teima em correr, figura carimbada dos grupos de corrida de Santiago e do Cores da Lapa, no Rio de Janeiro", afirmou Ícaro.
"Além de apagar essa falha, eu trouxe comigo parte da família, pois meus irmãos, Érica Lopes e Inamar Lopes (a mais recente aquisição do grupo), também participaram da corrida. Ao final, como imaginado repetidas vezes, consegui terminar tendo a companhia de todos eles, três gerações de uma mesma família cruzando a linha de chegada da Maratona do Rio, um momento para não se apagar da memória", disse o assinante.
"Por mais que eu tente me esforçar, não há como descrever de forma fiel o sentimento que se tem ao terminar uma maratona sendo, literalmente, conduzido pela família. Os infindáveis treinos, as quase inevitáveis lesões e o cansaço que insistem em tentar nos convencer a desistir se tornam frágeis, insignificantes diante da alegria e do sentimento de dever cumprido. Que venha a Maratona de Nova York."
Irene da Silva, de Cotia, foi uma estreante de sucesso no Rio de Janeiro. "O meu grande desafio era apenas completar os 42 km e consegui no tempo de 4h46, mesmo sendo diagnosticada com canelite, há mais ou menos um mês antes da prova. Sonho realizado. Consegui fazer a minha primeira maratona sem andar. Essa foi a única meta que estipulei. Me senti realizada e todo o sofrimento dos treinos valeu a pena; estou megafeliz com o Desafio Olympikus-CR atingido", disse a corredora.
Morador de Barbacena, Rogério Barbosa Bergamaschine também comemorou na Maratona do Rio. "Me inscrevi no Desafio Olympikus-CR 42 km porque uma de minhas metas neste ano era completar uma maratona. Comecei os treinos muito bem, estava focado, mas minha rotina de trabalho e alguns problemas respiratórios atrapalharam. A data que parecia distante chegou em um piscar de olhos, e eu sabia que para completar a prova teria de ser na raça e assim foi. Senti um desconforto logo no km 15, mas consegui levar até a meia-maratona. Decidi parar um pouco para me recompor e avaliar se daria para continuar. Como queria muito aquela medalha, segui em frente. Já no km 26 as cãibras deram o ar da graça. Paguei o preço de não ter treinado o suficiente, mas quando olho a medalha aqui na minha casa, sei que fiz a escolha certa. Este desafio eu cumpri, com muito orgulho e com muita garra. Que venham os próximos 42 km."
A CR e a Olympikus aproveitam para parabenizar todos os corredores que participaram do Desafio.

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As informações, então, serão encaminhadas para a Olympikus, que fará o envio do merecido e suado prêmio, uma vez que "seu corpo não foi feito para ficar parado". Aproveite também para compartilhar a emoção nas redes sociais com hashtag #desafioOlympikusCR42km, além de curtir as páginas da Contra-Relógio e da Olympikus tanto no Facebook quanto no Instagram. Quem já recebeu a camisa que poste fotos com ela.


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