Revista Contra-Relógio
// Especial //

Um olhar para as “esquecidas”

Edição 281 - FEVEREIRO 2017 - ANDRÉ SAVAZONI

Confira 16 maratonas e meias pela Suíça, Áustria, República Tcheca, Croácia, Sérvia e Hungria, pouco usuais nos roteiros de corridas dos brasileiros, mas que valem a pena ser incluídas!

Quando se fala de turismo, Áustria, Suíça e República Checa estão nos roteiros dos brasileiros, mas em termos de corrida, acabam ficando de lado. Tanto meias quanto maratonas nesses países pouco aparecem nas programações, sem falar das na Croácia, Sérvia e Hungria.
A ideia da Contra-Relógio, ao apresentar 16 provas de 21 km e 42 km nesses 6 países, é fugir do lugar comum e mostrar viagens inesquecíveis, com eventos de excelente organização, facilidade de inscrição e, em sua maioria, perfeitos para qualquer nível de corredores, desde os estreantes até os mais experientes, "sedentos" por recordes pessoais.
Ao contrário do que fizemos até agora nas matérias desta série especial, que já passou por Portugal, Itália, Alemanha, Reino Unido e Escandinávia, entre outros locais europeus, vamos separar o roteiro países e, então, falar das corridas em cada um, com os links dos sites oficiais e as informações básicas, incluindo a parte do turismo, claro.

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SUÍÇA
Em termos de logística, pelos voos diretos do Brasil e também por pedidos de assinantes e leitores da Contra-Relógio nas redes sociais, vamos começar o passeio pelas terras suíças, que contam com três provas nesta matéria: Zurique, Genebra e Lucerna.
Geograficamente, a Suíça faz fronteira com a França ao oeste, com a Alemanha ao norte, com a Áustria e o Principado de Liechtenstein ao leste e com a Itália ao sul. Montanhas (os Alpes), lagos e excelente qualidade de vida destacam-se no país.
A sequência começa por Zurique, no dia 9 de abril, com voos diretos do Brasil por diversas companhias. O transporte público é excelente, com o bonde levando para a Expo, jantar de massas e local de largada e chegada. O percurso, completamente plano (há pequenas oscilações ao longo dos 42 km), tem boa hidratação, incluindo Coca-Cola, frutas, gel e Powerbar, além de água e isotônico. Incentivo dos moradores e bandas musicais da cidade com integrantes de todas as idades, completam a ótima animação. Nem é preciso dizer que a temperatura, na Suíça, é outro aliado. No dia "quente" para eles, estará muito bom para nós corrermos no mês de abril. O site oficial é completo e tem informações de hospedagem também (http://zurichmarathon.ch/).
A segunda parada em terras suíças ocorre em Genebra, com a meia e maratona no dia 9 de maio (https://harmonygenevemarathon.com/). Sede europeia da Organização das Nações Unidas (ONU) e o quartel-general da Cruz Vermelha, a cidade é conhecida como "capital da paz". Está encravada entre os picos alpinos, com o belo Lago Genebra como cartão-postal. A organização da prova destaca o percurso rápido e belo, com opções de distâncias para todos os gostos (são oito no total, além dos 42 km e 21 km). O evento, na edição de 2016, teve representantes de 120 nações.
A maior parte do trajeto está localizada entre as margens do Lago Genebra e os picos nevados dos Alpes e as montanhas do Jura. O trecho final leva os participantes pelo coração de Genebra, antes de cruzar a linha de chegada na Pont du Mont-Blanc, com uma vista mais do que deslumbrante. Outro dado interessante é que, na edição de 2015, 50% dos concluintes bateram recordes pessoais.
A terceira opção de provas na Suíça ocorre no segundo semestre, dia 29 de outubro, com a Maratona e Meia de Lucerna (http://www.swisscitymarathon.ch/), que conta ainda com uma opção de 8 km (5 milhas), com largada apenas no começo da tarde. Conhecida por ser sede de vários festivais internacionais de música, a cidade fica situada na parte central do país, a apenas 45 km de Zurique e às margens do Lago de Lucerna com vista para os montes Pilatus e Rigi. A cidade é pequena e bem fácil de se locomover.
O trajeto da prova mostra a beleza da região, passando pelos principais pontos turísticos e seguindo pelas margens do lago, de onde é possível ter uma magnífica vista dos Alpes. A largada e a chegada ocorrem na frente do Swiss Transport Museum.
Uma tradição, como fica claro nos três eventos citados nesta reportagem, é a presença de bandas ao longo do percurso, também praticamente todo plano em Lucerna. A marcação da distância é feita em quilômetro e os postos de abastecimentos estão localizados aproximadamente a cada 5 km, seguindo a regra da IAAF.
Como Lucerna fica às margens do lago, o que não falta é ponte antiga para atravessar de um lado para outro e também para apreciar. Não deixe de passar pela aquela que é considerada a de madeira coberta mais antiga da Europa: a Ponte da Capela (ou Kapellbrücke). Ela foi construída em 1333 e preserva muito da sua característica original. Outra atração imperdível é passear pela muralha medieval (Museggmauer), uma construção quase intacta e construída em 1331. Ao longo dela, há nove torres, sendo algumas abertas ao público e com entrada gratuita.


ÁUSTRIA
Fazendo limite com a Suíça, a viagem de maratonas e meias segue para terras austríacas, com cinco opções de provas entre os meses de abril e setembro. O roteiro começa na pitoresca Innsbruck, conhecida pelos esportes de neve e por ter sediado os Jogos Olímpicos de Inverno, além de competições anuais como a Copa do Mundo de Salto de Esqui.
Innsbruck (Ponte do Rio Inn) é a capital do Tirol, na Áustria. A cidade, imperial, é a segunda mais importante do país, só perdendo para a capital Viena. Extremamente preparada para o turismo, conta com um transporte público todo integrado e inúmeras atrações para os visitantes.
Por ser também uma cidade universitária, há muita animação e vida noturna agitada, assim, o "happy", ou seja, feliz, no nome da prova (http://www.happyrun.at/), dia 9 de abril, não é uma mera coincidência ou marketing; trata-se da realidade, pois o evento é uma grande festa local e envolve toda a comunidade. O destaque são os 21 km, mas há ainda opções de 10,5 km e 4,5 km.
A segunda opção é a Maratona de Linz (https://www.linzmarathon.at/en.html), também no dia 9 de abril, na linda cidade às margens do famoso Rio Danúbio. Fundada pelos romanos, a cidade tem muitos edifícios históricos, como a Landshaus, de estilo renascentista construído no século 16 e hoje a sede do governo.
Além da maratona, há opção de 21 km e outras distâncias, como revezamento dos 42 km. A prova tem alto nível técnico, com a presença de quenianos principalmente. Todo o trajeto é oficial e rápido (o recorde de 2h07 no masculino é o segundo tempo mais rápido já feito na Áustria). O interessante é que os inscritos na maratona, caso tenham algum problema durante a prova, podem optar por parar nos 21 km e terão o tempo registrado oficialmente. O percurso é ponto a ponto (largada e chegada em locais distintos) e os maratonistas cruzam o Rio Danúbio por duas vezes.
No dia 23 de abril ocorre a grande prova austríaca e, talvez, a melhor de toda essa relação de 16 eventos: a Maratona de Viena (http://www.vienna-marathon.com). Linda e uma das cidades mais arborizadas do mundo, a capital austríaca tem excelente índice de qualidade de vida, incluindo segurança, eficiência no transporte público e educação. Assim, a feira da maratona é facilmente acessada pelo metrô, como toda a cidade. Além dos 42 km, há opção da meia-maratona, ambas totalmente planas e rápidas.
Claro que a valsa e a parte cultural fazem parte das provas. Logo após a largada, os corredores atravessam a Ponte Imperial (Reichsbrücke) sobre as águas azuis do Rio Danúbio, acompanhadas pela mundialmente famosa melodia da "Valsa do Danúbio" do compositor Johann Strauss.
Já no dia 7 de maio temos a Maratona e Meia de Salzburgo (http://www.salzburg-marathon.at/). A música erudita faz parte dessa prova, claro, pois a cidade é o berço de Mozart. A região, realmente, impressiona e explica como o compositor teve tanta inspiração! Os Alpes como pano de fundo, muitas torres de igreja, cúpulas imponentes, um belo forte medieval e uma cidade de arquitetura impecável às margens do Rio Salzach. O centro histórico é considerado Patrimônio Mundial da Unesco desde 1996.
Mozart está em todos os locais da cidade, inclusive na foto principal logo que acessamos o site da prova, que pode ser lido em italiano, inglês ou alemão. O percurso tem 21 km, ou seja, são duas voltas para a maratona, com largada em frente ao Palácio Mirabell e uma verdadeira aula de cultura nos restante do trajeto plano.
Para completar o tour pela Áustria, daremos um salto para o segundo semestre, com a Maratona de Wachau (http://www.wachaumarathon.com/en/) no dia 7 de setembro. Como você está percebendo ao longo desse texto, estamos seguindo o Rio Danúbio, que corta dez países europeus e desemboca no Mar Negro. Budapeste, na Hungria, e Viena, na Áustria, fazem parte das cidades. Um trecho de 36 km na Baixa Áustria, entre as cidades de Krems e Melk, é conhecido como Wachau. É exatamente o que está pensando: irá correr 21 km ou 42 km nas margens do Danúbio, na região lotada de parreirais, igrejas barrocas e as ruínas de um castelo que teve como prisioneiro Ricardo Coração de Leão, rei inglês na época das Cruzadas.
A largada da maratona ocorre na cidade de Emmersdorf, enquanto a meia parte de Spitz. A rota dos 42 km sobe então o Danúbio até a pequena aldeia de Weitenegg, retorna pelas margens do rio até Emmersdorf e, então, partem em direção da cidade de Krems, onde há a chegada após percorrer as principais ruas. Não há qualquer alteração altimétrica ao longo do trajeto.


REPÚBLICA TCHECA
A exuberante e histórica Praga chega ao roteiro com duas provas excelentes na República Tcheca, um país cheio de história. A meia-maratona em 1º de abril e a maratona, em 7 de maio, com os mesmos organizadores. O Castelo de Praga e seus belos salões góticos e renascentistas, a Ponte Carlos e suas estátuas barrocas enfileiradas, e a Praça da Cidade Velha são alguns dos pontos turísticos imperdíveis.
A largada dos 21 km (http://www.runczech.com/) ocorre ao som de ópera, na Ponte Carlos IV, sobre o Rio Vlatva, cartão-postal da cidade. A maior parte do trajeto margeia o rio, alternando paralelepípedos, asfalto e calçamento, e o trajeto cruza com o Teatro Nacional, o Castelo de Praga e as mais belas vistas do centro histórico da cidade. A chegada ocorre em frente ao Rudolfinum Concert Hall.
Com a mesma organizadora, a Maratona de Praga amplia os pontos turísticos e tem a maior parte do trajeto ao longo do Rio Vltava, sem falar no cruzamento da Ponte Carlos IV. O evento conta com selo ouro da IAAF e também é bem rápido. Paralelamente ocorre um festival de música com 450 bandas locais e internacionais e uma festa pós-corrida. A largada e chegada ocorrem na Old Town Square. Há opções ainda de revezamento da maratona em duplas e quartetos.
Entre os 21 km e os 42 km de Praga, no dia 15 de abril, há a Meia do Vinho de Pardubice (http://www.pardubickyvinarskypulmaraton.cz/en/), localizada a 140 quilômetros da capital, às margens do Rio Elba. A cidade foi fundada em 1340. A prova é aferida, oficial e, paralelamente, no mesmo percurso, ocorrerá o Campeonato Checo de 21 km no masculino e feminino pelo terceiro ano consecutivo. O trajeto, também rápido, passa por todo o centro da cidade e, de acordo com os organizadores, é um evento tradicional (tem 40 anos) e envolve toda a comunidade, além de impactar positivamente no turismo e da possibilidade de desfrutar vinhos diferentes do que estamos acostumados aqui no Brasil.


CROÁCIA
A Croácia tem se tornado um dos principais locais de turismo dos europeus, principalmente no período do verão. Historicamente, fez parte da Iugoslávia em boa parte do século 20 e recuperou sua independência na guerra que acabou apenas em 1991. Hoje em dia, porém, esses conflitos ficaram no passado, não há qualquer resquício pelas ruas, apenas em museus que ajudam a contar os séculos de ocupações, que deixaram uma herança cultural riquíssima, principalmente do período do Império Otomano e da tomada por Veneza.
Zagreb, Split e a Ilha de Hvar estão entre os principais roteiros turísticos e justamente nessas três cidades que separamos duas meias-maratonas e uma maratona (com opção também de 21 km) em fevereiro, agosto e outubro.
Segunda maior cidade da Croácia, Split está localizada na faixa litorânea entre as montanhas e o Mar Adriático. É a porta de entrada para as ilhas de Hvar, Vis, Brac e Korcula, entre outras. O Palácio de Diocleciano, imperador romano que governou entre os anos 293 e 305 d.C., é um dos principais pontos turísticos, assim como a Catedral de São Domingos.
A Meia-Maratona de Split (http://splithalf.eu/en/), com a opção também de 5 km, está meio em cima da hora (dia 26 deste mês) mas pode interessar alguns corredores. Seu trajeto tem pequenas subidas e descidas, nenhuma com grande inclinação. As inscrições, dependendo da data, variam de 20 a 45 euros.
De Split são duas horas de ferry até Hvar, uma das ilhas mais badaladas e procuradas da Croácia. A Praça Svetog Stjepana é o ponto de encontro. É possível, inclusive, visitar as pequenas ilhas da região que concentram pontos de visitação como a Gruta Azul na Ilha de Biševo, para citar apenas uma.
O recado é claro ao acessar o site oficial da 7ª Meia-Maratona de Hvar (http://www.hvarmarathon.com/), dia 19 de agosto: "Seja bem-vindo para desfrutar a experiência de uma corrida inesquecível no verão em uma das mais belas ilhas do mundo". Precisa de mais?
O percurso é uma verdadeira parábola. A largada ocorre em Stari Grad. A primeira metade é para cima, ou seja, partindo do nível do mar para uma altitude de 400 m. Assim, claro, na segunda parte você despenca morro abaixo até chegar novamente à beira-mar. Toda a rota passa por estradas pavimentadas, com marcações a cada 1 km.
Nosso roteiro pela Croácia não poderia deixar de terminar em Zagreb, que se tornou a capital da Croácia apenas em 1991. Antes, quando integrava a Iugoslávia, a capital era Belgrado, hoje pertencente à Sérvia. Trata-se de uma cidade jovem, com uma vida noturna agitada pelos inúmeros bares com cadeiras e mesas nas calçadas e restaurantes típicos, além de museus, divididos entre a cidade Alta (Gonji Grad) e Baixa (Donji Grad).
A Maratona e Meia de Zagreb (https://www.zagreb-marathon.com/hr/), que terá a 26ª edição em 8 de outubro. O percurso é formado basicamente por uma longa reta, com pouquíssimas curvas, tanto que o limite de conclusão dos 42 km é de 5 horas. O trajeto tem 21 km, ou seja, os participantes da meia dão uma volta e os da maratona, duas. O site oficial, com a versão em inglês, traz todas as informações necessárias, além do processo simples e fácil de inscrição.


SÉRVIA
Há 20 anos, viajar para a Sérvia, em especial a Belgrado, a principal cidade da Iugoslávia, parecia algo impossível. Em 1999, por exemplo, a cidade foi bombardeada pelas forças da Otan na Guerra do Kosovo. Na história, o local já passou por mais de 70 bombardeios, um recorde sinistro. Agora, é uma região que pensa no futuro, após o fim da Iugoslávia, a separação e a morte do ditador Tito, mas ainda com impasses com o reconhecimento de Kosovo.
Belgrado, hoje, se transforma e vive um ambiente totalmente diferente. Em suas ruas há jovens, novas ideias, arte não exposta em museus, galerias, restaurantes, bares na beira do Rio Danúbio e uma vida noturna pulsante e efervescente.
É nesse ambiente de transformação (com alguns prédios bombardeados sendo mantidos para que a história não seja esquecida) que a Maratona de Belgrado chega à 30ª edição dia 22 de abril (http://bgdmarathon.org/). Além dos 42 km, há opções de meia-maratona e de 5 km. O trajeto é praticamente plano, mas por volta do km 3 há uma elevação de 150 m acima do nível do mar, sendo o principal (e único) obstáculo aos corredores. A temperatura média nos últimos anos é outra aliada: 12,5°C.
O número de estrangeiros vem aumentando anualmente na prova, que contou com representantes de 50 países na edição de 2016. Os organizadores abriram em setembro passado as inscrições e prometem uma grande festa no jubileu dos 30 anos, ainda mais depois que o evento recebeu 5 estrelas, a classificação máxima, da Federação Europeia de Atletismo.


HUNGRIA
A última prova desse roteiro foi escolhida de forma especial: a bela Maratona de Budapeste, no dia 15 de outubro (http://marathon.runinbudapest.com/). E, pelo roteiro traçado, após percorrermos grande parte da Europa através do Rio Danúbio, novamente o encontramos na capital húngara, dividida em Buda e Peste, o que sempre cria uma dúvida: por onde começar o passeio?
Do lado de Peste, ao leste do Danúbio, estão suntuosos edifícios da Avenida Andrássy que remetem ao antigo império austro-húngaro, além do edifício do Parlamento, com suas fachadas e agulhas góticas, e o metrô subterrâneo mais antigo da Europa, construído no século 19. Concentra os museus, galerias de arte, igrejas, óperas e o principal distrito de compras. Atravessando a Ponte Széchenyi chega-se a Buda, onde está o esplendoroso castelo e a Igreja de São Matias, além de ruínas romanas e a maior parte das construções medievais.
O percurso dos 42 km abrange boa parte dos principais pontos turísticos de Budapeste. A entrega do kit, a largada e a chegada ocorrem no mesmo local: na entrada principal do Parque da Cidade, em frente à imponente Praça dos Heróis. Nesta área, encontram-se o Memorial do Milênio, o Museu de Belas Artes, o Zoológico, o Museu dos Transportes, o Museu da Agricultura e as termas de Széchenyi, um dos principais conjuntos de piscinas termais da capital húngara.
O percurso da Maratona de Budapeste é predominantemente plano e as poucas variações de altimetria ocorrem nas diversas pontes que cruzam o Danúbio. No total, são quase 20 km por suas margens, atravessando seis vezes por quatro diferentes pontes. O trajeto é bem amplo, pois as ruas e avenidas da cidade são em geral bem largas, não havendo qualquer ponto de congestionamento. O evento conta, ainda, com opções de revezamento em quartetos e uma prova de 30 km, além de distâncias menores. Os pontos altos do trajeto turísticos dos 42 km são o cruzamento das pontes das Correntes e da Liberdade. Os postos de hidratação possuem água, isotônico, Coca-Cola e frutas.
Com essas 16 provas apresentadas, não vale realmente voltar o olhar para as "esquecidas"?

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