Revista Contra-Relógio
// Desafio Caixa / CR //

Sensação de dever cumprido

Edição 256 - JANEIRO 2015 - ANDRÉ SAVAZONI

Cinco assinantes contam como o Desafio CR os motivou na preparação para a meia e a maratona no ano passado, já pensando nos planos para 2015.

Estamos em janeiro, momento de traçamos as metas para a temporada de 2015 nas corridas. Mas ainda é tempo de comemorar e relembrar os resultados do ano passado. Cinco assinantes contam como o Desafio Contra-Relógio serviu de motivação para baixar (ou ao menos tentar) os tempos tanto nos 21 km quanto nos 42 km.
Em relação ao Desafio CR 2015, estamos buscando apoio de uma marca esportiva para conseguirmos uma camisa para os assinantes/desafiantes de sucesso. Assim, acompanhe as novidades nas próximas edições da revista, pelo site (www.contrarelogio.com.br) e pelo Facebook da CR. A seguir, os depoimentos:

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3h34 em Salvador
"Quando vi o Desafio lançado pela Contra-Relógio, não hesitei e aceitei de bate-pronto. Como o foco do primeiro semestre era ser sub 40 nos 10 km (39:50 na Night Run etapa Salvador), deixei os objetivos mais longos para o segundo, quando viriam as meias e maratonas. Durante a Copa treinava dia sim, dia não, principalmente nos intervalos dos jogos entre 15 e 17 h no sol escaldante da Bahia. Três meses de treinos, quatro longos de 34 km, muita musculação e cinco quilos a menos depois, lá estava eu no dia 24 de agosto pronto para encarar o Desafio de ser sub 3h45 na Maratona Caixa da Bahia na renovada e belíssima orla de Salvador.
Meu melhor e único tempo havia sido 4h00 na primeira edição da mesma prova em 2013. Para a nossa grata surpresa, anteciparam em dez minutos a largada da maratona, às 6h50, e o clima estava ameno, na casa dos 27°C sem muito vento. Ritmo definido, lá fomos eu e meus colegas de equipe Claudio e Freitas, a 5 min/km. Passei os 21 km confortável e então decidi manter até o km 34, onde tínhamos um encontro marcado com um tal de urso.
Com o apoio de meu Arthur de 2 aninhos e minha esposa Rebeca no km 26 (mesmo local da largada), lá fui eu ao encontro do temido último trecho: Itapoã ida e volta. Mas, ao invés de encontrar o urso, encontrei foi mais dois colegas de equipe, Uallace e Enaldo, que jogaram incentivo e alguns copos de água em minhas costas, me ajudando a fechar 10 minutos abaixo da meta, em 3:34:25. Depois, fui em busca da camisa do Desafio, com a meta de ser sub 1h30 na Golden Four Brasília, em novembro, e consegui: 1:29:40!."
Alexsandro da Silva Lima, de Salvador


Na 4ª tentativa
"Com muita satisfação informo que, aos ‘45 do segundo tempo', após 3 tentativas frustradas (Bogotá: 1:43:34; Asics Golden Four SP: 1:30:16; Meia de Curitiba: 1:30:19), atingi a meta de ser sub 1h30, na Asics Golden Four Brasília, com 1:29:32. A proposta do desafio foi motivadora e deu um impulso significativo nos treinos visando melhora na performance. Parabéns à Contra-Relógio pela iniciativa. Espero que o Desafio continue em 2015, para que eu consiga superar meu tempo nos 42 km, cuja meta de 3h30 não consegui atingir, em razão do forte calor na Maratona de São Paulo."
Benoit Scandelari Bussmann, de Curitiba


Split negativo
"Contrariando a lógica e os prognósticos, concluí a 41ª Maratona de Berlim no tempo 3:42:33, meu novo recorde pessoal (o anterior, também em Berlim, em 2013, era de 3:46:47). Contrariando porque, após finalizar a Golden Four Asics em SP abaixo de 1h44, oito semanas antes dos 42 km, tive a convicção de que poderia concluir a maratona próximo/abaixo de 3h40.
Contudo, cometi um erro consciente, sete semanas antes do dia D e alguns dias depois da Golden Four: participei de uma prova de 5 km aqui em Brasília com a intenção de ‘dar um tiro' e baixar meu tempo na distância. Resultado: ruptura grau 2 do músculo posterior da coxa direita, confirmado por uma ressonância magnética. A recomendação médica foi taxativa: ‘Repouso absoluto por quatro semanas e tratamento com fisioterapia'. Para resumir: perdi o principal período de treinamento e só retomei a preparação 20 dias antes da data de Berlim. Por isso, não tive como realizar nenhum longão desde a Meia da Asics, dois meses antes.
Mesmo assim, com a confiança renovada pela superação da lesão e com clima agradável durante a prova alemã, consegui manter um ritmo com absoluta regularidade, entre 5:12-5:18/km e com direito a split negativo: 1ª meia: 1:51:26 e 2ª meia: 1:51:07. Infelizmente, em 2014 não consegui baixar meu tempo nos 21 km e continuo perseguindo o sub 1h40. Ficou a meta para este ano! Agora, nos 42 km, quero baixar dos 3h40, sem lesões... E tentar o índice para Boston aos 55 anos, em 2016!"
Carlos Eduardo Bicca Marques, de Brasília


3h13 em Chicago
"Pratico esporte desde minha infância, mas dedicado às corridas mesmo, a partir de 2008, quando alguns colegas de trabalho me incentivaram a participar de uma corrida de revezamento. De lá para cá, não parei mais. No início eram aquelas corridas curtas de 5 ou 10 km. Com o tempo, você acaba por se desafiar e vai aumentando as distâncias. Vieram as 10 milhas, as meias-maratonas e, por fim, em 2011, a primeira maratona, feita no Rio de Janeiro. Este ano me programei e tive o privilégio de fazer minha quinta maratona, a primeira fora do Brasil (em Chicago). Quem gosta de corrida sempre tenta melhorar os resultados e ir quebrando seus recordes pessoais. Para esta maratona, meu principal objetivo era baixar o tempo que havia feito em Porto Alegre-2013 (3h35).
Lendo as matérias sobre o Desafio nas edições da revista do primeiro semestre, meu objetivo passou a ser em baixar de 3h30 em Chicago. Com os treinos, vi que poderia melhorar um pouco mais e viajei com a meta de fazer a prova em 3h23. Como experiência da primeira maratona fora do Brasil, vi porque Chicago é uma das melhores e das mais procuradas no mundo. Organização perfeita, desde o dia anterior à largada na retirada do kit até a linha de chegada. Tudo funciona: transporte público para a feira e para a prova, organização das ondas na largada, entusiasmo da torcida durante todo o percurso, trajeto praticamente plano, hidratação e suporte após a linha de chegada. Com relação ao meu resultado, acabei me empolgando um pouco, e baixei ainda mais o previsto, fechando em 3h13."
Marcos Feldmann, de São Bernardo do Campo


Enfim, maratonista
"Queria compartilhar a minha conquista. Finalmente me tornei maratonista: fiz os 42 km de Curitiba em 4h19. Realmente, completar uma maratona tem um significado indescritível. Uma sensação única. Infelizmente, o Desafio CR sub 4h ainda não foi atingido, mas o que importa é ter completado a distância, visto que três semanas antes da prova eu havia decidido adiar a estreia; não me sentia preparado. Mas a vontade foi maior e a 15 minutos da largada decidi que iria partir para os 42 km e ver o que iria dar, conforme conversa prévia com os treinadores Murilo Klein e Vitor Bertoli, da V8 Assessoria, aqui de Curitiba. E não deu outra!"
Mauricio Neves Geronasso, de Curitiba

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