Revista Contra-Relógio
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Maratona Maurício de Nassau, no Recife

Edição 290 - NOVEMBRO 2017 - ANDRÉ SAVAZONI

Oitava edição foi disputada no dia 1º de outubro, com mudanças no horário e percurso de duas voltas, contando com 371 concluintes nos 42 km.

A Maratona Maurício de Nassau, no Recife, dia 1º de outubro, teve 371 concluintes (332 homens e 39 mulheres), além dos participantes nas outras três distâncias: 5, 10 e 21 km. O trajeto foi de duas voltas de 21 km e, novamente, como sempre ocorre, o calor foi o principal adversário, mesmo com a largada cedo, às 6h. Os vencedores foram Marcos Antônio Pereira (2:27:30) e Mary Emanuella da Costa (3:19:51).
"Foi a minha 44ª maratona. Resolvi participar já sabendo da principal dificuldade: muito calor. O procedimento de inscrição foi tranquilo, pela internet, embora tenha estranhado o fato de só aceitarem o pagamento por boleto bancário. A retirada do kit também foi sossegada. No geral, achei a organização da prova correta, dentro do esperado para uma maratona evidentemente de porte menor do que outras mais tradicionais brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba", afirmou Alberto Bogliolo, assinante de Belo Horizonte.
"Achei apenas um pouco deficiente a sinalização do percurso para quem fez a maratona. No início da segunda volta, por sinalização ruim, corri certa parte no contrafluxo de quem terminava a primeira, sendo que deveria estar em outra pista. Hidratação correta, mesmo com a alta temperatura. O dia amanhece cedo em Recife nesta época do ano, por volta de 5h e, no horário da largada, às 6h, já estava bem quente. Apenas durante um breve período houve um refresco com uma leve chuva, mas logo voltou a esquentar. Enfim, um desafio diferente, por causa do calor do início ao fim", completou o assinante.
Morador do Recife, o também assinante Cláudio da Fonte Cavalcanti, o "Caquinho", conhece bem a Maratona Maurício de Nassau, participando mais uma vez neste ano. "A entrega dos kits durante dois dias, na sexta-feira e do sábado, na Universidade Maurício de Nassau, ocorreu sem filas, tudo bem tranquilo. O kit era bem simples e não veio mapa do percurso. Eu conheço o trajeto todo, mas quem vem de fora fica sem informações importantes. A grande maioria participou mesmo nos 5 km e nos 10 km, com bem menos gente nos 42 km e 21 km", disse Caquinho.
"Na questão da hidratação, havia bastante água, porém, faltou agilidade na reposição dos postos. Agora, o que pecou mesmo foi a falta de placas de quilometragem. Quem participou sem relógios com GPS, ficou totalmente perdido. Isso não pode ocorrer. Há muitos corredores que vêm do interior e correm com cronômetro. Ao longo da prova, muitos ficaram me perguntando em que distância estávamos. Perde-se totalmente a referência, ainda mais por serem duas voltas de 21 km. No corredor formado no final da prova, um ponto positivo foi a presença de muitas assessorias apoiando e incentivando os participantes, mas no restante do trajeto, tudo muito vazio", completou o corredor.
De acordo com Caquinho, a mudança do período da prova para a manhã, com a largada já citada às 6h (em edições passadas, começava no final da tarde), trouxe benefícios importantes na questão da segurança, pois antes terminava de noite, com tudo escuro. "Porém, ajudava bem mais na performance, pois agora o calor fica bem forte."
Mais informações e resultados completos da prova pernambucana em www.maratonamauriciodenassau.com.br.

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