Revista Contra-Relógio
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Corrida Olímpica

Edição 272 - MAIO 2016 - ANDRÉ SAVAZONI

Na reta final para carimbar o passaporte dos atletas na maratona dos Jogos do Rio-2016, Marilson Gomes dos Santos corre em Praga no último dia para obtenção do índice.

Marilson Gomes dos Santos conheceu parte do percurso da maratona dos Jogos Olímpicos do Rio, ao participar do evento-teste realizado no dia 10 de abril. O fundista iria tentar melhorar sua marca na Maratona de Praga, no dia 8 de maio, visando confirmar sua presença na competição olímpica de agosto.
Pelas regras da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), os dois atletas mais rápidos entre aqueles que conseguiram o índice de 2h19 vão para a disputa da Rio-2016 - a terceira vaga é de Solonei Rocha da Silva, pelas regras da entidade devido à sua colocação no Campeonato Mundial de Atletismo de Pequim, no ano passado. Marílson, com o tempo de 2:11:00 conquistado em Hamburgo no dia 26 de abril de 2015, ocupava o primeiro lugar no ranking nacional até o fechamento desta edição. Marilson esteve em duas edições olímpicas; estreou em Pequim-2008, não completando a maratona, e em Londres-2012, onde conquistou a 5ª colocação.

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NA DISPUTA - A segunda posição no ranking nacional por um lugar na maratona nos Jogos do Rio-2016 era ocupada por Paulo Roberto de Almeida Paula, com 2:11:02. Em abril, ele disputou a Maratona de Viena, terminando na nona posição e primeiro não africano, com 2:13:58, ratificando o índice. Paulo Roberto foi sétimo colocado no Mundial de Moscou, em 2013, e oitavo na Olimpíada de Londres, em 2012.
No total, havia 12 maratonistas qualificados para a Olimpíada do Rio até a conclusão dessa matéria. Quem também atingiu a marca olímpica foi Giovani dos Santos em Milão, no décimo lugar e 2:14:41, passando a ocupar a quarta posição no ranking brasileiro.
Clique em www.cbat.org.br/selecoes/atletas_indices.asp e acompanhe a lista atualizada dos atletas com índice para a maratona e outras provas do atletismo para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.



Uniformes do atletismo
A Nike apresentou os uniformes que os esportistas da delegação brasileira de atletismo utilizarão na Olimpíada do Rio de Janeiro. Confeccionadas a partir da tecnologia AeroSwift, com poliéster reciclado, as roupas combinam também a tecnologia AeroBlades. "Nos últimos anos nós focamos nos velocistas", afirma Ken Black, diretor criativo da Nike, "mas este ano quisemos criar uma inovação que fosse para todos os tipos de corrida - de velocidade à meia distância e maratona".
Uma mistura de produtos específicos e modernos foi desenvolvida para eventos de campo (como salto em distância) e de pista, incluindo provas rápidas (100 m e 200 m) e de fundo (5.000 m e 10.000 m e a maratona). Além do Brasil, as equipes dos Estados Unidos, Alemanha, China e de dez outros países estrearão esses uniformes da Nike na Olimpíada. O que os diferencia são as cores.
No caso do Brasil, explora os clássicos tons de verde, azul e amarelo do país em um arco-íris. O verde domina o fundo, começando com verde escuro nos calções e evoluindo para tom verde lúcido médio, verde faísca e verde ação. A parte superior, incluindo as mangas do braço e o peito, incorpora o tom mais leve do verde, misturado com o amarelo.

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