Revista Contra-Relógio

Danilo Balu é Bacharel em Esporte e corredor há mais de 20 anos. Trabalha com Marketing Esportivo. A corrida é terapia, é lazer, trabalho, hobby e objeto de estudo e leitura.

// Recorrido/

Leituras de 6a Feira

26/outubro/2012

Poucas coisas considero tão lenda na corrida quanto a necessidade de desaquecer ao final dos treinos. Esse hábito ajuda no aumento do volume de treino (e de desempenho indiretamente), mas é inútil na recuperação. Já falei dessa inutilidade aqui e ainda depois aqui. Agora um texto interessante tenta achar alguma outra função que não a de ajudar na recuperação.

Seguindo dica do leitor Luís Oliveira, cheguei à esta intrigante denúncia: haveria um disseminado uso de doping entre quenianos! É improvável que em países pobres como Quênia, Etiópia e Jamaica, uma chance de ascensão social como o atletismo não desperte a ideia da trapaça em alguns. Não consigo acreditar em nada sistematizado, mas não refuto a hipótese de que haja MUITA gente correndo dopada por aí…

Meu amigo e vizinho de blog, o Sérgio Rocha, um dos mais experientes brasileiros no tema Minimalismo e Corrida Descalça (barefoot running) fala ao programa de TV Fôlego 25 sobre o assunto.

Boa parte dos consumidores brasileiros é chata, mal acostumada e mimada. Mas ela chama isso de “lutar pelos seus direitos”. A corrida virou uma reunião de muitos chatos que ficam ao final com aquele papo aborrecido de reclamar de tudo. Quem corre bem, esquece. E quem corre mal, fala por dias. Neste texto o autor espinafra as pessoas que reclamam até com voluntários, figura comum nos EUA.

Um corredor trapaceiro, egocêntrico e mercenário engana a todos por 2 anos, e ainda ganha mais de U$40mil em prêmios no período turbinado por EPO. Vaidoso que é, Christian Hesch não deve ter gostado de sua bomba ter estourado e ficado às margens do escândalo de Lance Armstrong. O caso de Hesch diz muito menos sobre ele e muito mais sobre como anda o (des)controle atual. Preocupante. Muito preocupante.

A onipresente barreirista Lolo Jones não sai mesmo das manchetes. Ela se classificou para a seleção americana de Bobsled quando parecia ser apenas (mais uma) jogada de marketing. A atleta segue assim os passos de outros velocistas de classe mundial.

Acabando a dura semana com uma piada infame: aqui a reação de um velocista ao saber quanto corre um fundista.

Postado em: Curiosidades, Leituras por Danilo Balu às 2:00

2 Respostas para “Leituras de 6a Feira”

  1. Erro no vídeo do velocista ao….
    _________________________

    Obrigado! Vou esperar um pouco pra ver se eles sobem outro link…
    Balu

  2. Amigo Balu, excelente texto…

    obs: o link “AQUI A REAÇÃO DE UM VELOCISTA AO SABER QUANTO CORRE UM FUNDISTA.” saiu do ar.
    __________________

    Obrigado!
    Toda a equipe de TI da CR está trabalhando pra recolocar o link no ar rsrsrs
    Balu

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