Revista Contra-Relógio

André Tarchiani Savazoni é jornalista, pai e corredor. Está sempre na corrida. Seja nos treinos, nas provas ou atrás dos filhos, Vitória e, principalmente, Pedro. E adora viajar para correr ou correr para viajar.

// Na Corrida/

Violência no trânsito e os corredores: Belo Horizonte

26/setembro/2014

O treinador e corredor Heleno Fortes listou os pontos mais tradicionais de Belo Horizonte para prática da corrida e, ao mesmo tempo, as características de segurança de cada um, na quinta reportagem da série sobre a violência no transito e os corredores no Brasil.

Clique nos nomes das cidades e veja a situação em Cuiabá, Rio de Janeiro, Curitiba e Campinas.

Belo Horizonte-MG

“Belvedere Lagoa Seca Fica na zona sul. Frequentada pela classe alta da cidade. Muitos atletas treinam nessa região por ser uma área com temperatura mais amena em relação aos outros locais. Não existe um ponto próprio para correr, o que obriga os corredores a irem para as ruas e ‘disputarem’ espaço com os carros. Mas por ser uma região de trânsito local, consegue-se treinar. O bairro andou tendo problemas com segurança, onde foram registrados vários roubos feitos por motociclistas em corredores e caminhantes. Hoje o problema com a criminalidade diminuiu, mas muitos ainda não se sentem seguros depois das 20h. Os motoristas têm uma relação de respeito com os corredores, mas não são todos. Assim como muitos corredores também ficam no meio das ruas do bairro e queixam dos carros que buzinam neste caso.

Lagoa da Pampulha É o cartão-postal da cidade. Percurso totalmente plano de 18 km (volta completa), mas que tem pontos isolados que não oferecem segurança, tendo registro de casos de roubos em ciclistas, corredores e caminhantes. Como existe o passeio um pouco mais largo, este funciona como a pista para caminhada e corrida, não havendo problemas com carros e motocicletas.

Avenida Bandeirantes – Também fica na zona sul da capital. Tem uma estreita pista de cooper de 1.500 m com leves subidas e descidas. Durante o dia, não oferece perigo de roubos, mas a noite, após as 21h, o local fica mais vazio e para mulheres sozinhas fica um pouco perigoso.

Pista da Avenida dos Andradas – Pista plana e fechada de 2,5 km com marcação no chão a cada 500m. Excelente local para treino, mas pouco arborizado. Após as 20h torna-se perigoso devido pela presença de meninos cheirando cola e pedindo dinheiro. Não existe problema entre corredores e carros.

Pista da Barragem do São Bento – Pista com 840 m de extensão. Por estar ao lado da favela do Papagaio, torna-se perigoso em alguns horários mais vazios como depois das 20h e nos finais de semana ao final do dia. Não existe problema entre carros e corredores/caminhantes, devido à pista ser fechada.

Heleno Fortes, sócio da HF Assessoria Esportiva, de Belo Horizonte

Postado em: Na Corrida, Série sobre o trânsito/corredores, Trânsito e corredores por André Savazoni às 10:00

Uma resposta para “Violência no trânsito e os corredores: Belo Horizonte”

  1. […] da cidade e leia os primeiros seis textos da série: Cuiabá, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba, Belo Horizonte e […]

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