Revista Contra-Relógio

Yara Achôa é jornalista, mãe e corredora. E depois de sua maratona sub-4, vem se achando a tal! Ama correr no asfalto, mas também adora uma aventura na montanha.

// Eu corro porque…/

… sua história no esporte merece virar livro (promoção cultural no blog)…

3/agosto/2012

Hoje é dia de promoção cultural. Nada de inscrição para prova, tênis ou camiseta…  Mas é uma coisa pra lá de bacana. O que vou dar para o fiel leitor ganhador da promoção é seu próprio livro, com sua história de superação no esporte. Como?

Primeiro vou explicar o que é esse livro. Depois, como você pode ganhá-lo.

Sempre escrevi sobre saúde, bem-estar e esporte. E sou apaixonada especialmente pelo tema corrida – sou colaboradora da revista Contra Relógio há quase sete anos.

Esse ano, porém, resolvi ir um pouco além, superar meus limites também na área profissional. Uni forças com meu marido, o fotógrafo Guto Gonçalves, e juntos criamos o Estúdio13 – fotografia e jornalismo.

Esportistas que somos, desenvolvemos um produto exclusivo para todo tipo de atleta: o MySPORT_Book.

Trata-se de um livro bonito e personalizado para eternizar grandes paixões e conquistas. As imagens são feitas em estúdio profissional pelo Guto. E o texto, com a história de superação do atleta, é produzido em forma de reportagem por mim.

A união de fotos e texto resulta em um livro artístico e de acabamento impecável, tamanho 21x30cm, capa dura, impresso em papel couché.

O MySPORT_Book é aquele “troféu” que você vai ter orgulho de mostrar aos amigos!

E é um MySPORT_Book que eu vou dar aqui no blog a um de meus leitores. Para participar, basta responder, por meio dos comentários no post de hoje (3 de agosto) e em até 500 caracteres (ou seja, textinho curto), a seguinte pergunta:

“POR QUE SUA HISTÓRIA NO ESPORTE MERECE VIRAR UM LIVRO?”

Coloque também nome, idade e cidade (twitter e facebook, se tiver).

A data limite para postar seu comentário-resposta (dentro do tamanho estabelecido) será dia 10 de agosto, às 17 horas. Anunciarei o vencedor no dia 14 de agosto por meio de um post aqui no blog.

A resposta mais legal, julgada por uma comissão formada pelos profissionais do Estúdio13 e convidados, vai levar um MySPORT_Book personalizado.

Atenção: a sessão de fotos para o livro, que é parte do produto MySPORT_Book, é realizada em nosso estúdio, que fica na cidade de São Paulo. Caberá ao vencedor deslocar-se por seus próprios meios até o Estúdio13, em dia e horário previamente agendados com a equipe. Essa promoção é pessoal e intransferível.

Posteriormente serão passadas ao vencedor informações sobre agendamento da sessão de fotos e entrevista e entrega do livro.

Vai ser legal transformar a sua história em livro. PARTICIPE!

———

P.S.: amanhã participarei do debate “Mulheres nos 21K” na Expo da Golden Four Asics, às 16 horas, no Hotel Tivoli São Paulo, Alameda Santos 1437. Se estiver por lá e quiser mais detalhes da promoção ou mesmo só para bater um papo sobre corrida, é só chegar :)

Postado em: Atualidade, Livro, Motivação, MySPORT_Book, Promoção por Yara Achôa às 17:12

20 Respostas para “… sua história no esporte merece virar livro (promoção cultural no blog)…”

  1. Maravilhosa promoção e com certeza estarei participando.

  2. De zero a 231 corridas.
    De zero a 9 maratonas e 21 meias.
    De zero a 16.500 quilômetros rodados.
    De 110 a 80 kg.
    De 18×12 a 11×6 de pressão arterial.
    De 40 a zero cigarros por dia.
    De 250 de colesterol e 512 de triglicérides a valores normais.
    De 31 anos, sem saúde, a 41 anos com saúde de garoto.
    Essa é a história da minha transformação, de um obeso, doente, sedentário e hipertenso em um corredor de longas distâncias.

    Fábio Namiuti, 41 anos, São José dos Campos
    Twitter: @fabionamiuti
    http://www.facebook.com/FNamiuti

  3. Minha história merece virar um livro.
    tenho 43 anos, moro em Paulínia-SP twitter @Mylavitacchi.
    Após passar 9 meses sem andar por causa de um cisto raro na coluna. Voltei a andar contrariando os médicos e comecei a correr. Hoje passo o dia incentivando os portadores de Cisto de Tarlov e também corredores a não desistirem através do meu blog e facebook.Sou corredora Meio maratonista rumando para minha primeira maratona.A corrida literalmente me salvou.

  4. Vou participar, mas não contando a minha história, mas apoiando a Myla. Corredora que superou o parecia insuperável. Vê-la correndo uma meia-maratona, após ter ficado sem andar é sensacional. E o livro dela ficará com o final em aberto, pois essa grande corredora ainda vai cada vez mais longe.

  5. Yara e Guto
    Muito legal a iniciativa de vocês em dá está oportunidade de eternizar a história de um corredor.

  6. Yara e Guto parabéns pela iniciativa…

    Bom vamos lá…Porque a minha história no esporte merece virar um livro? Poderia escrever um texto enorme aqui, mas a minha história de vida está contada no link do vídeo abaixo…Superação é o meu lema!!!

    http://youtu.be/WHRGtaGCn4w

    Jorge Cerqueira
    45 anos
    Rio de Janeiro
    Twiter: jc_ultra
    https://www.facebook.com/JorgeUlltramaratonista

    Boa sorte para mim!

    Um forte abraço.

  7. O esporte transformou minha vida. Sempre fui um pouco gordinha, mas nada demais, apenas o suficiente pra eu não me achar atraente. Foi a corrida e a bike que me levaram alguns dos kilos a mais, nada que lembre aquele estereótipo de beleza magra imposta pela sociedade, e me trouxe um amor próprio e pelo próximo sem tamanho. Hoje a corrida e o pedal são a válvula de escape da minha rotina dura de trabalho de bem mais de oito horas diárias, além dos fins de semana e feriados. Só o esporte e as atividades físicas pra me fazerem parar tudo e viajar algumas horas só pra correr por 30 ou 50 minutos ou então por 24 horas ou dias seguidos. Se não fosse por isso, possivelmente eu seria aquela pessoa mal humorada, ranzinza e que só pensa no trabalho, sedentária e com a saúde aos frangalhos. Como professora, sei que também sou um bom exemplo para as gerações que estão por vir. Pra mim, a contagem do tempo sempre é em virtude da próxima prova, viagem ou passeio de bike e o meu referencial de riqueza está em saber se minhas economias me permitirão participar da prova X ou Y. Minhas últimas férias foram em cima de uma magrela (apelido carinhoso da bike) pelas estradas da Toscana na companhia de seis amigos. Com a corrida e a bicicleta conheci outros estados, outros países e tenho feito grandes amizades; algumas delas começaram virtuais e se consolidaram. Muitas, apesar da proximidade física, só ocorreram por conta do esporte. E como eu me identifico com esses amigos! Respiramos o mesmo ar, falamos a mesma língua, conhecemos as mesmas sensações.
    Não é difícil me encontrar no trabalho com alguma camiseta de prova. Se preciso me vestir mais formalmente, quase sempre carrego um par de tênis e roupas pra me trocar após o evento. Já o sorriso no rosto está sempre lá nos sites das empresas de fotos de corrida ou no álbum dos amigos. Eu sempre faço questão de compartilhar a sensação de alegria que o esporte proporciona entre os corredores e não corredores, esportistas ou não. Ganhar um livro-álbum contando minha história no esporte seria uma linda maneira de materializar essa alegria. Regina Takahira – 41 anos – Botucatu – SP. Twitter: @RKTakahira – Facebook: https://www.facebook.com/regina.takahira

  8. Eu já tive 134kg e hoje eu corro!
    Era tão sedentário que já estava na categoria “Imóvel”.
    Mas um problema de saúde me fez repensar minha vida.
    Depois de ir à UTI me despedindo da família, ganhei uma segunda chance e luto com unhas e dentes pra não desperdiçá-la.
    Passados 5 anos, hoje eu sou um corredor amador realizado, pois até maratona eu já corri!
    Minha rotina de treinamentos é considerada coisa de louco, pelo horário que me resta para treinar, mas eu a encaro com disciplina e determinação, pois descobri que saúde não vem pelo SEDEX, temos que “correr” atrás dela!

  9. Não acho que minha história mereça virar livro, o mais legal que tenho nas corridas são as histórias que vi, participando de algumas, mas não necessariamente sendo a minha vida nas corridas. Mas acho que a história de muitos colegas merece. Alguns até já fizeram isso. Então, boa sorte a todos!!

  10. Minha história merece virar um livro porque vai contar a vida não só minha, mas a de muitas pessoas que tento incentivar a correr. Morando numa cidade que não valoriza o esporte, fica difícil praticar qualquer modalidade que não seja o futebol.
    Comecei a correr em 2002 e, de cara, fiz a Maratona de São Paulo. Até 2006 participei de várias provas pedestres e algumas maratonas. Mas, como professor de educação física, resolvi mexer com os alunos do período noturno de uma escola estadual de minha cidade. Passei de classe em classe conversando com os alunos sobre a São Silvestre e perguntando quem queria participar. Eram alunos já adultos, trabalhadores, e que tentavam resgatar a dignidade com o ensino supletivo.
    Uns me chamaram de louco, outros perguntavam quanto era o prêmio para o primeiro colocado. Enfim, numa cidade em que ninguém corria, falar dessa modalidade para os adultos trabalhadores era mesmo loucura.
    Mas fui em frente. Comecei os treinamentos com alguns alunos (“loucos” como eu), e, em 31 de dezembro de 2006 fomos em treze participantes correr pelas ruas e avenidas de São Paulo.
    No ano seguinte o grupo aumentou para vinte e um corredores. Para complicar ainda mais as coisas, os participantes não tinham condições financeiras para participar das provas, para uniformes, etc. Mas corri atrás de alguns comerciantes da cidade, explicando para eles o projeto e conseguimos recursos para transporte, alimentação, inscrições, etc.
    Como o projeto deu muito certo, a prefeitura resolveu ajudar e começou a ceder o transporte para participarmos de competições. O grupo chegou a ter quarenta participantes, e conseguiu ótimas colocações nas provas em que participou.
    Com as eleições municipais de 2008 tivemos um “baque” no grupo, pois, além de não apoiar o esporte, a administração municipal só vê importância nas festas de peão… Aí o grupo começou a se desfazer, pois não tinha apoio.
    Mas não desisti. Continuei treinando, participando das provas, tirando dinheiro do bolso e levando com meu carro alguns atletas para competir. Resolvi insistir e formei um novo grupo neste ano. Convidei outros professores, de biologia, história, artes, e outros funcionários da educação, e hoje temos novamente um grupo de corredores. Desta vez não apenas interessados nos pódios, mas principalmente em qualidade de vida.
    Nessa história tive a ajuda de muitos. Contar a minha história num livro, é contar a história daqueles que acreditam num mundo melhor, que só pode ser alcançado por meio da educação e do esporte.
    Guilherme Marques Gorski
    46 anos
    Itararé – SP
    http://www.facebook.com/guilherme.gorski.3
    http://28deagostoitarare.blogspot.com.br/

  11. A minha vida de corredora não tem um histórico de doença grave, paralisia, obesidade ou algo físico que me impedisse de fazer atividade física. Esses depoimentos de superação me emocionaram e pela garra quase me fizeram desistir de postar o meu. A minha história é de uma convivência nefasta com um inimigo: EU.  Mas um dia, que não teve nada de especial, eu resolvi levantar e ver se era mesmo tão legal acordar tão cedo e sair correndo. HOje agradeço a corrida por ter mudado a forma negativa como eu me via: eu não sou uma derrotada que não sabe fazer nada e que nunca vai conseguir completar uma tarefa. Eu me venci!! Hoje eu corro e mostro pra mim,  todos os dias  e em todas as atividades, que sou o que eu quero ser. 

  12. Só uma pergunta? O texto não era para ter somente 500 caracteres? bem, como eu não coloquei no meu texto pois não coube estou acrescentando aqui oque faltou:
    https://www.facebook.com/myla.vitacchi
    e meu blog com minha história mais na íntegra
    http://www.mylavitacchi.blogspot.com.br
    muito obrigado pela compreenção!

    —–

    Pois é, Myla. O pessoal se empolgou em escrever. Vou considerar e ler por completo sua história também.
    Beijo, Yara

  13. Minha história merece virar um livro porque a corrida faz parte da minha vida há muito tempo, me acompanha há 30 anos! E como ela entrou na minha vida? Desde menina simplesmente sentia um enorme prazer quando corria, ficava dando voltas na pista de corrida da escola. Até que veio o primeiro grande desafio, a primeira corrida de rua…e nunca mais a corrida me deixou. E foi me acompanhando pelos anos e sendo responsável por vários acontecimentos importantes na minha vida. Correndo, conheci meu marido, casamos e continuamos correndo juntos até hoje. Com a corrida, tive a oportunidade de atravessar o globo, e ir para o Japão 4 vezes para participar de uma corrida feminina universitária em equipes, onde participavam equipes de diversas partes do mundo. Conheci corredoras do mundo todo, inclusive atletas russas que haviam no mesmo ano participado das olimpíadas. Momentos de muita emoção! Durante esses anos todos participei de muitas provas, de 5k à 42k, incluindo a São Silvestre em seu percurso e horário (à noite) originais! Sempre buscando baixar tempos, alcançar limites, muitas vezes consegui bons tempos, colocações e vários troféus. Também aprendi com os dias em que nem tudo saiu como planejado. Mas finalmente, nunca imaginei que a corrida seria tão importante em uma dura etapa da vida. Tudo que havia aprendido esses anos correndo, desde a primeira corrida foi fundamental na superação de um câncer de mama: concentrei meus esforços como na corrida, e mais uma vez superei o que parecia impossível. Voltei às corridas, com muita vontade de continuar superando limites, e já superei vários, continuo chegando onde às vezes parece impossível, cada corrida sendo sempre uma nova conquista.

  14. Esqueci de deixar os dados:
    Adriana Souza de Toledo Piza
    São Paulo
    45 anos
    https://www.facebook.com/adriana.toledopiza

  15. Minha história merece virar um livro porque eu estou reescrevendo minha história com o esporte.
    A corrida me fez começar uma nova vida, pude me reencontrar,conquistar a admiração dos amigos e ser orgulho para minha família.
    Seria inesquecível poder eternizá-la em um livro e poder ser a inspiração e orgulho das minhas filhas, netas e bisnetas.
    Pois assim como um escritor se dedica em seu livro com amor e eu me entrego à corrida por amor.

  16. Aurea Bisan – 39 anos – São Paulo
    http://www.facebook.com/aureabisan

  17. A corrida presente marcante em várias etapas da minha vida, quando criança adorava brincadeira de correr (salve cadeia), aos 19 anos perdi uma filha(natimorto) a corrida trouxe recomeço pra vida; aos 30 anos me tirou da depressão, aos 42 a determinação para um artigo; atualmente aos 44 a busca da superação em continuar correndo apesar de uma artrose no quadril, tentar correr mais de 10km sem sentir dor. Pra mim seria honra falar da corrida a boa e sempre companheira, a Deusa do Olimpo.

  18. Sei que ja passou o tempo para postagem, mas também gostaria de contar a minha história com a corrida.
    Sou Roberta,37 anos, casada e tenho 2 filhos.
    Frequentava a academia 2x por mês ( para pagar e pegar o recibo no outro dia), mas depois da minha primeira gravidez engordei 32 quilos, não gostava de sair de casa, chorava todos os dias, não entrava em roupa alguma, pessoas passavam por mim e diziam” nen te conheci, como você engordou” no primeiro ano depois de ter o Artur, tentei várias vezes voltar para academia até que consegui fazer caminhadas na esteira. E toda a vez que caminhava lia um bilhete convidando para participar de um grupo de corrida ( 3x na semana – com o treinador Ricardo Nilson). E pensava: ” Eu jamais vou correr, não consigo correr até a esquina”. Até que uma amiga vez vários convites para correr com o grupo da academia. E resolvi ir conhecer como funcionava. Naquele dia, o treinador ja me colocou a correr, foi horrível! Mais caminhei do que corri. Mas no final do trajeto o Ricardo disse tu fostes muito bem. E me senti tão forte, e feliz que resolvi correr novamente com o grupo. Depois de estar correndo o percurso todo, comentei com um primo que havia participado de uma prova de corrida. Meu primo me perguntou: Tu ganhou a prova? Eu disse : Não e também não tenho chances alguma de ganhar. Então Por que tu corres? Eu respondi que corria para ser FELIZ ( pois estava com depressão, insônia, mal humor, não tinha paciência com meu filho e crise no casamento). Mas aquela pergunta ficou nos meus pensamentos. Até que coloquei no google: ( eu corro porque…) e conheci o Blog da Iara. apartir deste dia minha corrida mudou de foco…li todas as postagens e começei a me inspirar, dedicar, confesso que até chorei lendo os posts da Iara. Muitas vezes comentava com o meu treinador e amigos as minhas leituras no blog. Hoje se passaram – se 4 anos e confesso que sou FELIz. E agradeço minha amiga Deise, o Ricardo Nilso, a Iara Achôa e a Debs ( minha inspiração para correr na toda minha segunda gestação).

  19. continuando
    Quando resolvemos ter o segundo filho eu estava correndo , tinha emagrecido uns 15kg e não queria de maneira alguma parar de correr. Grávida de 4 semanas assisti na SportV uma reportagem da Débora que estava correndo grávida. Foi aí que me peguei!!!! Acompanhava o blog da Iara e da Running Mamy todos os dias. Hoje meu segundo filho tem 1 ano e somente parei de correr na quarentena.

  20. […] Em primeiro lugar peço desculpas pelo atraso na publicação desse post com o vencedor da promoção “POR QUE SUA HISTÓRIA NO ESPORTE MERECE VIRAR UM LIVRO”. […]

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