Revista Contra-Relógio

Sérgio Rocha é viciado em correr há mais de 10 anos. Além de ser editor de arte da revista, também atua como repórter da CR para justificar seu vício.

// Corredólatra/

Recorde “mundial” pessoal não tem preço

18/julho/2011

Um recorde pessoal nunca acontece apenas por um motivo. É uma somatória de fatores: treinamento, dedicação, diciplina, vontade, dia, clima, prova, temperatura, sol, vento, companhias, comida, sono, técnico, café, água e gatorade.

Todos esses fatores foram positivos para mim ontem na meia-maratona Asics Golden 4 etapa de Belo Horizonte.

Uma hora antes da prova, acertei com o técnico Wanderlei de Oliveira o ritmo em que deveria correr- estou sendo treinado por ele a cerca de 2 meses.

Larguei controlando o ritmo e fui embora. Durante o caminho, encontrei vários amigos com quem conversei na entrega dos kits, digo, Expo, e continuei firme.

Alías, a Expo é um parágrafo à parte. O almoço de massas, ao contrário do que aconteceu na etapa do Rio, foi farto e a combinação de comer e assistir as palestras foi uma boa sacada. Como a prova é da Asics, havia uma loja da marca com convidativos 20% de desconto nos produtos. Me aproveitei da tenda de massagem para tirar uma dor nas coxas que estava me encucando. O ambiente da Expo era legal, tanto que eram poucos os corredores que pegavam seus kits e iam embora.

De volta à prova – Ter água e isotônico de 3 em 3 km é muito bom porque ninguém se estapeia para se abastecer. Todos que já correram provas com apenas um posto de gatorade sabe do que eu estou falando.

O sol se arriscou, mas a temperatura continuava amena. Um trecho com vento forte, ok. O trecho da Lagoa da Pampulha que corremos tem muitas curvas sinuosas que nos tiram alguns segundos, mas dão graça à prova. Nos kms finais perco um pouco o ritmo, mas ainda estava no alvo.

Chegada: olho o relógio e me emociono. Fechei em 1:41:09, melhorando em  mais de um minuto e meio a marca que eu tinha em na Meia da Corpore de 2008 (1:42:42).

Queria agradecer o treinamento, dedicação, diciplina, vontade, dia, clima, prova, temperatura, sol, vento, companhias, comida, sono, técnico, café, água e gatorade por ter batido meu recorde “mundial” pessoal da meia-maratona.

Além desses fatores, queria dizer que a prova é muito boa e cumpre o que promete. Houve um pequeno atraso na largada, mas tudo bem. É óbvio que também preciso agradecer ao técnico Wanderlei de Oliveira por ter resgatado minha confiança. Tempos mais rápidos virão.

Bater um recorde pessoal que durava 3 anos, não tem preço.

ps: Foi um sábado e domingo muito bom na companhia de pessoas ótimas. Dos grandes amigos: André Savazoni, Wanderlei de Oliveira, Fernanda Paradizo, Harry (Blog do Harry), Nino e David Homsi. Da turma da Asics: Andréa Longhi, Giovani Decker, Danilo Balú, Rodrigo Cury, Tatiana, Bruna Moura, Cintia Banús, Thiago, Iberê, Solonei e Simone Chagas. Dos mineiros show de bola: Carlyle, Giordano,Leonardo Mesquita, Rodrigo Smarzaro, Japão, e os descalços Leonardo Liporati e Roger.

ps2: Sim, corri a prova de huaraches e fiz os últimos 7 km descalço. No fim das contas, o que faz você correr é o treinamento e não o que você usa ou não nos pés.

Postado em: Evento, Minimalistas, Sandálias, Treinamento por Sérgio Rocha às 11:19

11 Respostas para “Recorde “mundial” pessoal não tem preço”

  1. Parabéns pelo excelente tempo!

  2. Muito bom Sergião!!
    Treinamento é tudo!!
    Parabéns pelo novo RECORDE Mundial!!
    Abraço
    Colucci
    @antoniocolucci

  3. OLá Sergio, tudo beleza ?, muito legal seu relato e o seu recorde , estou me preparando para minha 1° meia maratona, espero encontra-lo na Etapa de SP junto do Pessoal dos Corredolatras para lhe dar os parabéns pessoalmente. abraços Fábio Pena

  4. Como diria Barefoot Ted: “Dude!”

  5. Bom, cabe dizer aqui que eu roubei do @Fabão a expressão “Recorde mundial pessoal”…Valeu, Fabão! rs

    @Leonardo “descalço” e @Colucci: valeu, manos! Vocês contribuíram para que isso acontecesse.

    @Fábio Pena: Vamos juntos para a Etapa de SP com certeza, bro. Mas vc vai me dar um chapéu de no mínimo 5 minutos :)

  6. É isso ai Sergio! Nos vemos em breve! abcs!

  7. Sergio.. entende agora qd lhe digo que o técnico mudatudo…. é só preciso entrar em sintonia.O WO faz quem quiser ser competitivo! abçs

  8. @Leo Mesquista: Com certeza! Vc pretende vir para a etapa de SP?

    @Vicent A vida e o treinamento são um grande aprendizado. Ainda estou no “primário” e você já prestou vestibular.

  9. Eu sabia que esse trem de corrida inda ia me fazer um cara famoso e importante! Ó só meu nome ali! haha Parabéns pela prova e pelo bom pracismo! E ó…PARACHUTES! GO!

  10. Poxa Sérgio, então era mesmo vc na Meia de BH. Lembrava de vc pelos vídeos das feiras pré-provas postados aqui no site, por isso não tinha muita certeza. Tava do seu lado na largada e reparei que vc estava usando “uma sandália preta” que só agora descobri que se chama huaraches. Gostei muito da prova e foi muito bom correr com um clima diferente daquele da Volta da Pampulha de 2010. Parabéns pelo tempo e pelo relato.

  11. Oi Alan,

    Ter voltado à Pampulha foi uma redenção para mim. A única experiência que eu tinha antes por essas bandas foi a Volta Internacional de 2006 – que foi debaixo de um sol absurdo e largada as 10 da manhã. Tinha prometido que nunca mais faria a correr tal prova. Promessa cumprida. Voltei para correr a Meia e em uma prova com horário de largada excelente e clima ótimo.

    Abs

    Sergio

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