Revista Contra-Relógio

Sérgio Rocha é viciado em correr há mais de 10 anos. Além de ser editor de arte da revista, também atua como repórter da CR para justificar seu vício.

// Corredólatra/

A tal banalização da maratona

30/maio/2011

Vira e mexe acabo escutando que estão banalizando as maratonas no Brasil:

Ex. 1)  ”O cara completou a maratona andando e fala que é  maratonista”

Ex. 2) “Fez a maratona em revezamento e fala que é maratonista”

Ex. 3) “Começou a correr faz 2 meses e já quer correr uma maratona”

Não quero entrar no mérito dessas questões, mas na minha opinião, só vou achar que há banalização da maratona quando tivermos 30 mil pessoas correndo um prova de 42 km no Brasil, da mesma forma que há no exterior. Ou seja, morro de vontade que isso aconteça. A maratona brasileira que tem mais gente correndo é a de São Paulo, que tem pouco mais de 3 mil corredores. Não devemos ter mais do que 15 mil pessoas que correm maratonas em nosso país.

Todos nós sabemos que qualquer pessoa pode correr uma maratona (com algumas exceções), mas tem que treinar para isso. Quem corre maratonas sabe que o treinamento é exigente e longo. E de fato, nos sentimos diferentes quando completamos os 42 km.

Entendo que por não termos tantas pessoas correndo os 42 km, é natural que alguns se sintam “diferentes” dos outros: “sou maratonista”. Deve ser a mesma sensação que eu tinha quando fazia Tae-Kwon-Do e com a faixa verde na cintura, olhava com desdém os que tinham faixas “inferiores”. Somos todos corredores – alguns correm maratonas, outros não, citando o blogueiro Fábio Namiuti.

Alías, nem consegui terminar minha última maratona – coisa que de fato, diferencia essa prova das outras “menores”.

O que acho que exatamente pela distância ser desafiadora, pelo comprometimento, por nos emocionarmos ao completar a prova é que devíamos incentivar cada vez mais para que as pessoas corram maratonas.

Há também a questão mercadológica: os maratonistas compram mais tênis, roupas e suplementos do que os outros corredores – fora a busca por orientação de treinadores e assessorias esportivas. A cobertura e o respeito ao nosso esporte ganharia mais espaço nas mídias mais tradicionais.

O mais importante mesmo é que aumentando o número de pessoas correndo a distância “mágica” acabaria por melhorar a qualidade das maratonas por aqui organizadas. E isso, sem dúvida, seria bom para todos nós.

Banalização Já!

Postado em: Maratona por Sérgio Rocha às 9:55

31 Respostas para “A tal banalização da maratona”

  1. Acho que os egocêntricos é que propagam esse tipo de coisa porque não querem ter por perto muita “concorrência”.
    Eles são maratonistas e os outros “apenas” correm 10km ou 21km.
    É uma bobagem.
    Concordo com vc: quanto mais gente concluindo os 42km, mais divulgação, melhor estrutura e todos ganhamos com isso. Vide a São Silvestre.

  2. Sérgio, bom dia

    Excelente texto! Parabéns pelo seu trabalho.

    Abs.

    Roberto

  3. Sérgio, estou completamente do seu lado.

  4. fiz minha primeira maratona em Porto Alegre, dia 22 de maio. Fiz lenta (5:27h), pois tinha medo de não terminar e segurei desde o início, mas não andei em nenhum momento. Ao final, ultrapassei vários que estavam andando, porque aceleram no início. Sei que outros corredores poderão não levar a sério, mas eu tive um dos momentos mais emocionantes da vida! Quero de novo! Quero melhorar o tempo! Fui das últimas, mas estou na frente de todos os que não correm ou não fazem uma maratona!

  5. Sem falar que tem uns que falam que são maratonistas mas nunca treinam. Apenas se inscrevem nas provas e terminam em 5 horas e cacetada. Quando eu falo nunca treinam, é porque nunca treinam mesmo. Só “correm” quando se inscrevem numa maratona.

  6. Sergio,
    concordo em gênero, número e grau. A popularização das maratonas traria benefícios para todos nós.
    abraço,
    Sergio Melo

  7. Sérgio, terminei minha primeira maratona agora em PoA. Como maior dificuldade que vejo, como moro em Aracaju é a temperatura para os treinos, pois quando o sol saía o rendimento diminui muito. Para o NE ter maratona só começando às 05hs ou à noite. Em PoA quando o sol saiu forte nem senti tanto, porém se tivesse 16 graus seria bem melhor. Acho triste a MSP começar ás 08:30, pois isto é ruim para o corredor de 4h.

  8. Julio,
    eu terminei minha primeira maratona em mais de 5 horas . Nem por isso acho demérito… Afinal consegui terminar a maratona que era meu objetivo.

    Vitória

  9. Agradeço pela citação, Sérgio. Passei a (minha) régua no assunto com a brincadeira que fiz esses dias nas redes sociais. Quando me perguntaram “você é maratonista?”, respondi que não, sou programador, mas faço umas maratonas de vez em quando também. E que venha a banalização, porque ela realmente é muito bem-vinda.

    Abraços,

    Fábio Namiuti

  10. Boa tarde,

    Creio que é uma questão polêmia. Mas posso falar por mim apenas por ninguém mais. Já pratico corrida há um certo tempo. E somente agora consigo literalmente ” Correr” os 21 km. Mesmo assim, estou focada em terminar uma maratona ainda esse ano. E para isso estou me preparando desde já.
    Acho que é a Km que todo corredor gostaria de percorrer, mas nem todos tem condição física, tempo para treinar e até mesmo condição psicológica para tanto. Mas, creio que o aumento de corredores que estão partindo para maratona cresce a cada dia, isso faz com que cresça também as corridas com outras kilometragens. Sempre é bom que se aumente a quantidade de competições pois uma serve de avaliação para outra para o próprio corredor ter em uma noção de qual organizadora realmente proporciona uma competição. Atrativa, conciênte e segura aos corredores.
    Do mais, vai de cada um aceitar ou não esse desafio. Independente de terminar andando ou correndo não importa.Oque importa é completar sozinho os 42 km da mãe das corridas.
    Um grande abraço e parabéns pela postagem.

  11. Bom eu já corri uma dezena de maratonas e em 2008 eu pulei para as Ultramaratonas, pois correr longas distâncias tem que haver um sacrifício da parte do corredor e até da família, pois tem muitas famílias que não entende essa essência em apoiar o correodr…Correr uma maratona tem que treinar não só a parte física como psicológica…Tem que se dedicar….Quanto a banalização da Maratona em comparando o pessoal que corre lá fora com o do Brasil é o seguinte o povo daqui não tem a cultura como lá de fora, vejo que nos últimos anos a Maratona tem crescido muito, mas não acredito que ela chegue a 30 mil corredores como lá fora, mas nada é impossível, mas quer saber mesmo a minha opinião o mais importante de tudo seja uma corrida pequena ou uma de longa distância e se o atleta se inscreveu para correr o Kms que for que seja e se ele treinou o mais importante é o atleta cruzar a linha de chegada e isso não tem preço…Bom essa é minha opinião…Parabéns pelo texto.

    Um abraço,

    Jorge Cerqueira
    http://www.jmaratona.com

  12. Sergio, parabéns pelo texto.
    Infelizmente, essa “banalização” da corrida sonhada por você ainda vai demorar a acontecer porque muitos brasileiros têm preconceito em correr uma maratona no Brasil. Falhas ocorrem em todos os lugares. Em bate-papos, você sabe bem disso, ouvimos relatos de maratonas na Europa, nos EUA, mas e no Brasil, você já correu? A resposta: “Não, só corro maratonas fora”. Das provas que já corri no Brasil, por exemplo, Curitiba no ano passado e Porto Alegre, há poucas semanas, foram corretíssimas. Largada cedo, abastecimento mais do que correto, largada tranquila, sem muvuca. Então, para as maratonas do Brasil crescerem, devemos participar, cobrar e, assim, aos poucos, quem sabe, chegaremos em 10 mil numa prova de 42 km. Daí, voltamos a falar da “banalização”.
    Abraço, André

  13. Concordo com tudo Sergio, lá fora sim há uma banalização, aqui não!

  14. Se eu alugar um caminhão, colocar umas coisinhas na carroceria, levar até o local da entrega e nunca mais encostar num caminhão eu posso ficar falando que sou caminhoneiro ?

  15. Maratonista pra mim é quem vive a maratona. Treina para ela. Se dedica. Tenta fazer o seu melhor. Não é maratonista pra mim quem praticamente nem treina, se inscreve uma vez na vida e vai lá meio caminhando meio trotando meio se arrastando e chega ao fim. Ele pode ter completado a distância da maratona, mas não é um maratonista na essência da palavra.

  16. Na minha opinião banalização da Maratona, são as tais maratonas de revezamento. Se o atleta treinou regularmente e completou a distância. não importa se correndo devagarinho, alternando corrida com caminhada, ou terminou andando, êle é um maratonista.

  17. Concordo plenamente…Hj mesmo comentei a respeito disso com um amigo.. Fazer Maratona, ultra, ou seja , qquer outra corrida..FAZER DIREITO!! Ter Treinado prá isso… Comecei a correr em 2006 tenho 192 corridas..em meu curriculum..somente ano passado me achei preparada prá realizar uma maratona.. Mas prá correr e nao andar…. Enfim, treinei feito gente grande e fiz os 42k195m dignamente….fiz 5 maratonas, sendo q a última agora em abril em Santiago..inclusive o dono da revista estava com a família no mesmo voo..enfim .. completei a maratona em 3h57m..Feliz demais!!!Prá mim, é fazer bem feito.. e daqui 6 anos me trasformarei numa ULTRA!! Me aguardem!!

  18. Sergio, suas colocações foram ótimas e realmente torcemos para que mais pessoas completem os mágicos 42km, a mais famosa prova do atletismo. Mas a questão que me preocupa mais na divulgação da distância, é a banalização do nome “maratona” que ficou associado a qualquer coisa de longa duração. É maratona cultural, maratona de música, maratona politica, dentro outras maratonas que não existem. Não é estranho chegarem e te perguntar: “maratona de que?”.

  19. Na época que eu defendia a existência da banalização como se fosse um fenômeno(e isso já faz mais de dois anos), eu via mais na linha de banalização + supervalorização. Posso desenvolver melhor em outro momento mas achava que esse tipo de banalização ocorria exatamente porque se tem muito a idéia de que “maratona é para poucos”. Nessa linha, a “banalização” ocorre exatamente porque temos poucos concluintes em relação aos outros continentes e à America do Norte. Meu sonho, hoje em dia, passa antes por aumentar o número de maratonas brasileiras, regionalizadas, do que aumentar o tamanho de uma única maratona. Sem falar do meu antigo sonho de se criar uma maratona “só pra elite e amadores competitivos, qualifying de 3h00″.

    Bom, tem outras coisas para argumentar, mas para finalizar por momento, diria que, enquanto tem gente que corta caminho para poder colocar no blog que terminou mais uma maratona, vou dizer que existe banalização sim. Tanto aqui como nos Estados Unidos.

  20. Pô, e bem na minha frente um cara cortou caminho na Maratona de POA. O cara atravessou uma avenida e saiu bem na minha rente. DEve ter cortado mais de 15 km, e continuou correndo como se nada tivesse acontecido. NEm falei nada, não tava afim de me estressar.

  21. Acho que para o Brasil e para os corredores seria muito interessante, pois poderia baixar os preços das provas, além de mais estudos serem feitos a respeito do tema (maratona)

  22. Bem legal o texto, Sérgio, parabéns! Não sei se minha opinião servirá pra alguma coisa, pois eu treino há apenas 1 ano e participei de minha primeira prova 10K em Set/2010. De lá pra cá corri 2 meias (Barueri e São Paulo). Desde que comecei a correr meu sonho já era completar uma maratona e venho há 3 meses treinando pra realizar esse sonho dia 19/06 em São Paulo. Além de uma boa quilometragem semanal, já fiz 2 longos de 28 e 32K, e na semana que vem farei um último de 36K. Na minha opinião, hoje me considero um “corredor” porque “gosto” de treinar e de correr as provas que acontecem aqui por perto de minha cidade (corri 13 até agora, todas relatadas em meu blog), e só me considerarei um maratonista quando eu tiver várias maratonas em meu curriculo e não no dia 20/06. Mas cada um é cada um… Tenho um amigo que corre todo final de semana, e já chegou a correr mais de 50 km indo de uma cidade à outra. Ele já fez isso várias vezes, mas nunca correu nenhuma prova oficial, ele é um maratonista? Abraços!!!!

  23. Sérgio, me desculpe, faltou concluir (apertei tecla errada!)… Como dizia, a maratona, aliás como as corridas de 01, 02, 05, 10, 15, 21km e ultramaratonas, envolvem riscos (e até de vida!). O problema é o descaso, tanto dos organizadores (ou lucradores) quanto dos que entram para demonstrar algo que ainda “não construíram”. É preciso pensar, pensar que o que mata não é corrida (há gente canalha nos meios de comunicação que tentam, de forma subreptícia, vender essa imagem). Então vamos pensar, maratonas “show” e “show” de maratona, não devem confundida com espetacularização “fashionalização” da maratona… Eu penso assim, me perdoem !!!

  24. Bem interessante esta discussão! A propósito, desde que li sobre este assunto numa CR há uns meses atrás, venho pensando nisso!Se me dissessem sobre eu tentar uma maratona há 4 anos atrás, eu cairia na risada pois não imaginaria isso… Mas a corrida é uma atividade extremamente envolvente e vai de cada um, a dificuldade, os desafios, o PRAZER! Realmente, o tempo com que se conlcui uma maratona denuncia se a pessoa “CORREU” uma maratona, ou se “CONCLUI”. A questão, penso, é esta! Pois “medir” o grau de dificuldade ou realização que cada um possui é infinitamente absurdo!!! Estamos falando de seres humanos. E, embora eu concorde que concluí-la num tempo alto significa que se andou, trotou e não se “correu” a maratona, isto não tira o crédito de que a pessoa

  25. sergio, sorry, problemas de conexão e o texto foi enviado incompleto! envio, agora, a continuação, ok?

    (…) isto não tira o crédito de que a pessoa PERSEVEROU em algo que lhe era extremamente difícil, que dirá, impossível… Pois continuar quando praticamente quase toda a multidão da largada já terminou, convenhamos, tem que ser muito determinado em não desistir… Concordo que muita gente neste meio inscreve-se nas provas, sem saber ao certo o porquê! Vão no vácuo! Na minha opinião, isto é fato, basta olharmos ao redor, o meio das corridas de rua mistura o “banalizar” com o “popularizar”. As provas têm virado um desfile a céu aberto de marcas, grifes que nada se diferenciam de um shopping. Alguns correm por paixão, outros por modismo. Mas é indiscutível que isto colabora para o aumento do número de pessoas que, independente de seus motivos, procuram a prática da corrida de rua. Só uma coisa: e os corredores natos que pulsam corrida em suas veias e que não têm acesso às provas por falta de grana para pagar as inscrições? É o caso deste amigo que o Anderson cita, que supera 50 km brincando… Alguém quer discutir ou duvidar que ele “respira” corrida e que ela faz parte da sua alma?
    Bem, penso que o “título de maratonista” extrapola o certificado, a medalha de conclusão, o nome estampado na divulgação de um caderno de resultados. É uma questão de alma, de se ter, ou não, espírito de maratonista, de tê-la como paixão, como algo que o move a buscar sonhos, impossíveis, a cada novo desafio. Há concluintes que terminam com tempo baixo e não possuem este espírito, são apenas rápidos, assim como há participantes de tempo alto que, sentindo todas dores imagináveis em seu corpo, vendo todos lhe ultrapassarem e as ruas esvaziarem, tendo de diminuir o seu ritmo, mais ainda do que já é lento, não param! Seguem! Pois, assim como seu tempo é bem maior que os demais, sua dificuldade também é infinitamente maior… Afinal, são 42,195km para cortar a pé! Sob todo tipo possível de adversidade. E isto, por si só, já é uma vitória!
    Quanto aos cortadores e “gersons de plantão” que pensam que dão um jeitinho em tudo e ignoram e debocham dos treinos necessários para darem o melhor de si, bem… este tipo gosta de usar rótulos para se promover em qualquer situação! Do tipo que saem por aí se intitulando sem o serem. Quem é maratonista de verdade, sabe que estes não o são…
    Concluo reafirmando um pensamento meu que não precisa ser o de outros, pois cada um é cada um. Para mim a palavra maratonista tem um quê de mágico! Representa um estágio inicialmente inalcançável, algo que nos parece extremamente improvável, lá longe… E que muita gente nos debocha quando deixamos escapar esta nossa ambição de chegar a ser. Por isso, penso que é algo meio sinônimo de utopia, do limite a ser alcançado e que, uma vez alcançado, nos remete automaticamente a outro inalcançável… Basta ver que ao, finalmente, concluir uma primeira maratona, já ficamos com os olhinhos brilhando imaginando a próxima… E se os 42 não forem mais desafio, busca-se a ultra. Então, concluo: Não é a medida em km que determinará o tamanho do seu desafio. Nem o tempo! Não encaro que o cara que vai passear nos 42 e depois sai a se vangloriar seja um maratonista. Mas gosto da idéia de atrelar esta palavrinha fascinante ao sonho que se abraça, ao desafio vencido.
    Bem, é isso!
    E se me permite, deixo aqui o meu link da minha historinha sobre quando “virei maratonista”. Pois, assim como inúmeros corredores, tive minhas impossibilidades em sonhar em correr um dia. Mas, aí, é uma outra história!

  26. segue o link:

    http://clicandoeconversando.blogspot.com/2010/12/historia-de-uma-maratonista.html

  27. Com certeza! Quanto mais gente no esporte maior o crescimento e respeito pelo mesmo!
    Os organizadores terão que se destacar para conseguir público, ou seja, provas mais organizadas e voltadas a todos os níveis de corredores!
    O mercado irá ficar cada vez mais profissional!

    Abs.

    http://www.loverun.com.br

  28. Concordo, mas só quero abrir um parenteses: gente, vamos tentar melhorar a São Silvestre. Somos nós que corremos, nós que fazemos o evento, mas não estamos tão unidos a ponto de melhorar a prova.
    O que os patrocinadores fazem (leia-se Globo) é um absurdo. Correr às 3 da tarde, com Sol a pino e entregar medalhas antes é sinal de desdém para com todos nós.
    Abraços!

  29. Meu que sonho hein?? Já pensou 30.000 inscritos para os 42K da Maratona de S.Paulo?
    Seria, aliás, será muito legal qdo isto acontecer.
    Acho duas coisas:
    1) Não importa qual distância a pessoa corre. Importa vencer seus limites. Sejam eles 5 ou 100 KM.
    2) Lógico que treino para terminar correndo os 42 K, mas por questões que variam desde a temperatura até mesmo problemas pessoais, já estive desgastado e andei em umas 3 maratonas. E daí? Aliás, na primeira maratona de SP (1995) só estava preparado para correr 20. Corri 22 e andei 20, terminando em 04h56m. Sinto tanto orgulho dela como do meu melhor tempo 3h07m em 1996 (Blumenau), ou da última dia 19/06/11 que fechei em 03h49m.

  30. O último comentário, 29, de Gilberto, resumiu tudo. É a essência. Esse povo que tem “corrida” no nome e dirige caminhão tá doente. Se não fosse a corrida, seria outra coisa.

  31. idem ao miguel delgado! Gilberto fechou!

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